O surfista e a onda assassina

Apresento a você Jacob Cockle, um surfista amador de Penzance, Cornualha – Reino Unido. O cara viu a vó dele pela “greta”!

Jacob Cockle, o surfista que encarou a morte!

Jacob Cockle, o surfista que encarou a morte!

No começo do mês, Jacob, 23, estudante de fotografia e surfista amador, viu que tinha umas ondas grandes na praia de Newlyn e chamou seu irmão Joe, 30, que também é estudante de fotografia, para tirar umas fotos dele surfando.
-Eu estava perto do píer e vi se formar uma onda enorme bem na minha frente. Era muito grande e não tinha como eu escapar. Disse Jacob. A onda foi tão forte que parecia que eu fiquei “anos” debaixo d’água, até que consegui nadar até a praia. Concluiu

A onda tinha uma massa estimada de 7 toneladas e vinha na direção dele a aproximadamente 65km/p. Chupa que é de uva!!
O seu irmão Joe, que estava na praia tirando fotos de Jacob, viu horrorizado quando a onda se formou e se lançou sobre seu irmão.

 

Onda gigante quase esmaga surfista Jacob Cockle (circulo) contra o muro do pier.

Onda gigante quase esmaga surfista Jacob Cockle (círculo) contra o muro do píer.

 -Eu vi onda bater bem encima dele. Então larguei minha câmera e corri para a água para ver se ele estava bem. Disse Joe. Meu irmão estava exatamente no local errado, na hora errada. Mas ele é tão sortudo que conseguiu se safar dessa sem se ferir. Finalizou

 

Jacob foi cuspido no ar "como uma boneca" quando a onda quebrou sobre ele.

Jacob foi cuspido no ar "como uma boneca" quando a onda quebrou sobre ele.

Creio que o cara deve ter se borrado todo, mas como estava dentro d’água, deu um tempinho para ele se limpar.
(Fonte: Daily Mail)

Incríveis fotos de uma explosão atômica

Harold Edgerton construiu um conjunto especial de lentes de cerca de 3 metros de comprimento para sua câmera que foi colocada em um bunker a cerca de 11 km de distância do local onde foi detonada uma bomba atômica no deserto de Nevada – Estados Unidos. A bomba tinha sido armada encima de uma torre de ferro ancorada por cabos de aço. O tempo de exposição de cada quadro das fotografias é de 1/100.000.000 de segundo (!). Essas fotografias, tiradas no fim dos anos de 1940, eram necessárias para se estudar os efeitos de uma explosão atômica, desde seu princípio, e captar aquilo que os olhos humanos não conseguem ver.

Inicio da detonação. Observe a torre e os cabos de aço.

Início da detonação. Observe a torre e os cabos de aço.

Em um milissegundo a explosão se expande. Raios criados pela força da energia viajam para o solo através dos cabos. O solo do deserto se transforma em vidro devido ao intenso calor.

Em um milissegundo a explosão se expande. Raios criados pela força da energia viajam para o solo através dos cabos. O solo do deserto se transforma em vidro devido ao intenso calor.

 

Em outro milionésimo de segundo, aparece um planeta de fogo, fazendo com que as silhuetas da árvores pareçam anãs.

Em outro milionésimo de segundo, aparece um planeta de fogo, fazendo com que as silhuetas da árvores pareçam anãs.

(Fonte: oddee.com)