O highlander dos animais

Uma pequena criatura marinha, que é capaz de se rejuvenescer sempre, pode guardar o segredo da vida eterna. A medusa Turrutopsis Nutricula retorna à sua forma juvenil sempre que se acasala, depois de ficar sexualmente madura. Assim, para essa criatura, é o sexo, e não a piedade, que é a chave para se viver para sempre.

Essa medusa Turrutopsis foi encontrada na costa da Flórida. Essas criaturas são encontradas no mundo inteiro e têm o potencial de viver para sempre.

Essa medusa Turrutopsis foi encontrada na costa da Flórida. Essas criaturas são encontradas no mundo inteiro e têm o potencial de viver para sempre.

Tecnicamente a Turrutopsis é conhecida como um “hidrozoário”, e o único animal capaz de reverter completamente para sua forma mais jovem. Ela consegue isso através de um processo de desenvolvimento celular chamado transdiferenciação. Teoricamente, esse ciclo pode se repetir indefinidamente, tornando o pequeno animal potencialmente imortal. Enquanto que a maior parte dos membros da família das medusas morre depois de reproduzir, a Turrutopsis desenvolveu uma habilidade única de retornar ao estágio de pólipo. Parece que esse animal tomou um banho na fonte da juventude eterna. Essa criatura de apenas 5mm agora é o foco dos mais intrincados estudos desenvolvidos por biólogos marinhos e geneticistas.

Pequeno terror. Esse animal que cresce apenas até 5mm mas pode se regenerar para sempre.

Pequeno terror. Esse animal cresce apenas até 5mm mas pode se regenerar para sempre.

Achada em águas quentes tropicais, acredita-se que a Turrutopsis está se espalhando pelo mundo através da água que os navios usam como lastro e despejam nos portos. Apesar de solitárias, elas são criaturas predadoras e se desenvolvem assexuadamente a partir de um estágio de pólipo.

Um pólipo de Turrutopsis. A medusa retorna a esse estágio sexualmente imaturo quando faminta ou danificada.

Um pólipo de Turrutopsis. A medusa retorna a esse estágio sexualmente imaturo quando faminta ou danificada.

(Fonte: Daily Mail)

Animais incríveis – Final

Washoe, a chimpanzé: conhecia a linguagem de sinais

Washoe - Sabia a linguagem humana de sinais, usada por surdos e mudos

Washoe – Sabia a linguagem humana de sinais, usada por surdos e mudos

Washoe (meados de setembro de 1965 – 30 de outubro de 2007) era uma chimpanzé que foi o primeiro não-humano a aprender a Linguagem de Sinais Americana (LSA). Ela também passou o seu conhecimento para outros três chimpanzés, Louis, Tatu e Dar. Como parte de um experimento de pesquisa sobre a aquisição de linguagem animal, Washoe desenvolveu uma modesta habilidade de se comunicar com os humanos usando a LSA. O nome dela vem da cidade de Washoe, Nevada, EUA, onde ela cresceu e foi ensinada a usar a LSA. Washoe vivia na Central Washington University (CWU) desde 1980. Em 31 de outubro de 2007, os diretores do Instituto de Comunicação entre Chimpanzés e Humanos do campus da CWU anunciaram que ela tinha falecido no dia anterior.

 

Oliver, o “humanzé”: um híbrido humano-chimpanzé

Oliver - Um hibrido de humano com chimpanzé

Oliver – Um híbrido de humano com chimpanzé

Oliver foi adquirido novo (cerca de 2 anos de idade) no começo dos anos 1970 pelos treinadores Frank e Janet Berger. Supostamente, o chimpanzé tinha sido capturado na República Democrática do Congo (Zaire naquela época). Algumas evidências físicas e comportamentais levaram os Bergers a acreditar que Oliver era uma criatura diferente de um chimpanzé, talvez um híbrido de humano com chimpanzé: Oliver tinha uma face mais reta do que seus companheiros chimpanzés (como seus dentes frontais foram removidos quando ele era jovem, ele não desenvolveu uma mandíbula exagerada); Oliver geralmente caminhava sobre dois pés (antes dele sofrer de artrite), nunca andando sobre os nós dos dedos, como os deamis chimpanzés; e Oliver parece ter preferido mulheres do que as chimpanzés fêmeas. Durante um recente especial do Discovery Channel, a própria Janet Berger comentou que Oliver tinha atrações por ela desde quando ele completou 16 anos. Ele tentou montar e copular com ela. Depois de diversas tentativas, ficou claro que Oliver era uma ameaça para Janet e tinha que ser vendido. Ainda mais, Oliver não era brincalhão como os outros chimpanzés, os quais o evitavam, além disso, algumas pessoas comentaram que ele não tinha o odor comum dos demais chimpanzés.

 

Cacareco, o rinoceronte: ganhou a eleição para vereador de São Paulo com 100 mil votos

Cacareco - Foi eleito vereador em São Paulo em 1958, mas não deixaram ele tomar posse

Cacareco – Foi eleito vereador em São Paulo em 1958, mas não deixaram ele tomar posse

Cacareco, um rinoceronte do zoológico de São Paulo foi candidato a vereador para a eleição de 1958 como forma de protesto contra a corrupção política. Obviamente que a Justiça Eleitoral não aceitou a candidatura de Cacareco, mas mesmo assim 100 mil eleitores votaram nele, mais do que qualquer outro candidato na mesma eleição (a qual, por sinal, foi marcada pelo grande número de abstenção).

(Fonte: oddee.com)

Animais incríveis – parte 2

Tillamook Cheddarm, o cão: Animal pintor mais bem sucedido do mundo.

Tillamook Cheddarm é um Terrier da raça Jack Russel do Brooklyn, Nova Iorque. Muldialmente conhecido como o artista canino de maior sucesso, ela (sim, é uma cadela) já teve 17 exposições bem sucedidas de seus quadros nos Estados Unidos e Europa. Tillie, como é chamada, tem 8 anos de idade.

Tillie. A cadelinha pintora mais bem sucedida do mundo.

Tillie. A cadelinha pintora mais bem sucedida do mundo.

Em julho de 2005, a artista deu luz a 6 filhotes saudáveis. Um de seus filhos, Doc Chinook Strongheart Cheddar, continua a morar com ela. Nem de longe Doc seguiu os dotes artísticos de sua mãe. Sua primeira biografia oficial, Retrato de um Cão como um Jovem Artista, de F. Bowman Hastie III, foi publicada pela Sasquatch Books em 2006.

O processo primário da artista é uma técnica dinâmica de transferência de cores. Na preparação de cada trabalho de Tillie, sua assistente monta um dispositivo de gravação sensível ao toque afixando um tecido coberto por pigmentos a uma folha de papel litográfico em cima de uma folha grossa fosca. A artista pega com a boca a “lona” preparada e a leva para o seu local de trabalho. Trabalhando na superfície exterior, ela aplica pressão com os dentes e com as garras em um ritual metódico marcado por turnos dramáticos de tempo e intensidade. As agudas e abarcadoras  linhas de interseção resultantes completam as impressões da delicada pata da artista e sutis impressões da língua, compondo uma imagem expressionista que é revelada no papel que fica por baixo, quando ela termina. Ela trabalha com uma intensidade tão grande ao ponto de às vezes destruir suas próprias criações.

Veja o site da Tillie aqui.

 

Alex, o papagaio: podia contar até 6, identificar cores e mesmo exprimir frustração.

Alex (1976 – 06 de setembro de 2007) era um papagaio cinza africano e o objeto de experimentação de 30 anos (1976-2006) pela psicóloga de animais Irene Pepperberg, inicialmente na Universidade do Arizona e mais tarde na Universidade Harvard e Brandeis. Peppergerg comprou Alex em uma loja de animais de estimação quando ele tinha aproximadamente 1 ano de idade. O nome Alex é, na verdade, um acrônimo de Experimento de Aprendizagem Aviário (Avian Learning EXperiment).

Alex. A ave mais inteligente do mundo.

Alex. A ave mais inteligente do mundo.

Antes do trabalho de Pepperberg, era amplamente aceito na comunidade científica que os pássaros não eram inteligentes e poderiam somente usar palavras imitando, mas os sucessos de Alex indicou que os pássaros poderiam ser capazes de raciocinar em um nível básico e usar palavras criativamente. Pepperberg escreveu que a inteligência de Alex era similar à dos golfinhos e dos grandes macacos. Ela também notou que Alex tinha a inteligência de um humano de 5 anos de idade e que não tinha alcançado toda a sua pontencialidade quando ele morreu. Ela também disse que Alex tinha nível emocional de um humano de 2 anos de idade na época de sua morte.

A morte de Alex pegou todo mundo de surpresa; o tempo médio de vida de um papagaio cinza africano é de 50 anos. Ele aparentava estar bem de saúde no dia anterior, e foi encontrado morte pela manhã. De acordo com a assessoria de imprensa da Fundação Alex, “Alex estava em boas condições de saúde em seu mais recente check up (duas semanas antes dele morrer). De acordo com o veterinário que dez a necropsia, não havia nenhuma causa óbvia de sua morte”. Segundo Pepperberg, a perda de Alex não irá parar as pesquisas, mas terá um profundo impacto nelas. O laboratório tem outros 2 pássaros, mas suas habilidades não chegam nem de perto das de Alex.

No dia 4 de outubro de 2007, a Fundação Alex divulgou uma nota dos resultados da Patologia dizendo que Alex tinha morrido rapidamente devido a arteriosclerose.

Esta série irá continuar em breve.

(Fonte: oddee.com)

Uma amizade incomum

Se nós, humanos, fôssemos um pouco tolerantes com aqueles que nos cercam, teríamos um mundo mais pacífico e “humano”. A amizade incomum de Ranj, um gato viralatas amarelo e um rato chamado Peanuts, nos leva a pensar como somos realmente diferentes dos demais animais. O gato, predador natural do rato, tolera e aceita, pacificamente a convivência com o ratinho, que parece amar o gato. Diferentemente de nós, que não conseguimos tolerar nem a nossa própria espécie, vivendo em uma barbárie sangrenta, recheada de capítulos execráveis como Israel e o Hamas que espalha pedaços de corpos infantis pelas paredes e ruas de Gaza, recheada de balas e mísseis.

Peanuts, o rato e Ranj, o gato. Uma amizade incomum que nos faz refletir sobre nós mesmos.

Peanuts, o rato e Ranj, o gato. Uma amizade incomum que nos faz refletir sobre nós mesmos.

Nas cenas do vídeo abaixo, Peanuts brinca de gato e rato com Ranj literalmente. Peanuts persegue Ranj pela casa, chama até seu primo para participar da brincadeira. Por fim, ele consegue a atenção de Ranj. Eles se abraçam e quase se beijam, em uma harmoniosa convivência. Sem dúvidas, uma união incomum.

(Fonte: Daily Mail)

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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Animais incríveis

Mike, o frango sem cabeça: viveu 18 meses com sua cabeça cortada.

Mike (abril 1945 – Março 1947) era um frango da raça Wyandotte que viveu 18 meses depois de sua cabeça ter sido cortada. Muitos pensaram que era uma fraude até que seu dono o levou para a Universidade de Utah em Salt Lake City para confirmar a autenticidade.

Mike, o frango sem cabeça

Mike, o frango sem cabeça

Numa segunda-feira, dia 10 de setembro de 1945, o fazendeiro Lloyd Olsen, de Fruita, Colorado, queria fazer uma sopa para sua sogra e a pedido de sua esposa foi ao quintal para matar um frango. Olsen falhou completamente na tentativa de decapitar o frango de 5 meses e meio chamado de Mike. O machado errou a veia jugular, deixando um ouvido e a maior parte do cérebro intacta. Uma vez que a fama do frango se estabeleceu, Mike começou uma carreira de viagens se apresentando em companhia de outras criaturas bizarras, como um bezerro com duas cabeças. Também foi fotografado por dezenas de revistas e jornais, inclusive aparecendo nas revistas Time e Life. Olsen foi criticado por alguns por ter deixado o frango sem cabeça vivo. Em março de 1947, em um motel em Phoenix, em um pernoite enquanto voltavam para casa depois de uma turnê, Mike começou a sufocar-se no meio da noite. Como os Olsen inadvertidamente haviam deixado suas seringas de alimentação e limpeza no local do último show do dia anterior, foram incapazes de salvar Mike.

 Oscar, o gato: é capaz de prever a morte de pacientes em estado terminal.

Oscar foi adotado como um gatinho de estimação de um abrigo para animais e cresceu no terceiro andar da unidade de demência do Centro de Reabilitação e Enfermaria Steere em Providence, Rhode Island. A unidade trata de pacientes com Alzheimer, Parkinson e outras doênças, a maior parte delas estão no fim de suas vidas (onde a morte é iminente) e ignoram completamente o que passa ao seu redor.

 

Oscar, sabe a hora em que a morte vai chegar (macabro).

Oscar, sabe a hora em que a morte vai chegar (macabro).

 

Depois de cerca de 6 meses, o pessoal notou que Oscar, exatamente como os medicos e enfermeiras, fazia suas próprias visitas. Ele cheirava e observava os pacientes, então se enrolava e dormia com alguns. O que surpreendeu o pessoal foi que os pacientes junto aos quais Oscar dormia, geralmente morriam duas a quarto horas após a chegada dele. Um dos primeiros casos foi de uma paciente que tinha um coágulo de sangue na perna, que estava gelada. Oscar se enrolou ao redor da perna da mulher e ficou ali até que a mulher morreu. Em outro caso, o médico tinha diagnostica morte iminente diante das condições de um paciente, enquanto Oscar simplesmente saiu da sala, levando o doutor a pensar que as previsões certeiras de Oscar (naquele tempo já eram 12) tinham terminado. Entretanto, depois se descobriu que o prognóstico do médico estava simplesmente 10 horas adiantado – mais tarde Oscar visitou o paciente, que morreu duas horas depois.

O prognóstico certeiro de Oscar (atualmente são mais de 25 casos confirmados) levou a direção a criar um novo e incomum protocolo – uma vez que ele é encontrado dormindo com um paciente, a direção do hospital chamará os membros da família para notificá-los da morte iminente do paciente.

Na maior parte das vezes a família do paciente não se importa de que Oscar esteja presente na hora da morte; em outras ocasiões quando ele é retirado do quarto a pedido da família, é sabido de que ele retorna e fica miando em protesto em frente da porta. Quando presente na hora da morte, Oscar fica junto do paciente até o momento em que ele ou ela dá seu último suspiro – depois do que Oscar se senta, olha ao redor , então vai embora sem que quase ninguém perceba.

Pondo de lado suas habilidades, o que faz a companhia de “última hora” de Oscar parecer mais intrigante é que, conforme descrito pelo Dr. David Dosa, ele não é um gato que amigavelmente conviva com as pessoas. Um exemplo disso foi descrito em seu artigo para o New England Journal of Medicine: Quando uma senhora com o seu caminhador passou por ele em uma das voltas que ele dava pelo hospital, Oscar soltou um gemido como que querendo dizer “me deixa em paz”.

A série “Animais incríveis” irá continuar.

(Fonte: oddee.com)

E os mortos voltarão a caminhar…

Esta semana (07/01/2009), a revista New Scientist publicou uma matéria sobre genética e previu que em um futuro próximo o homem será capaz de trazer de volta à vida animais já extintos, inclusive o Homem de Neanderthal! Então me recordei do filme de Steven Spielberg, Parque Jurássico. O interessante que o método a ser utilizado é bem parecido com o descrito no filme e no livro, escrito por Michael Crichton (faleceu 04/11/2008). Ao meu ver, o filme passará, se confirmada a previsão acima, da classe de ficção científica para a de documentário.

A receita para reviver essas espécies está no fim do post.

Abaixo segue a lista dos Top 10 a serem ressuscitados, segundo a revista.

Tigre dente de sabre (Smilodon Fatalis)

Tigre dente de sabre (Smilodon Fatalis)

Homem de Neanderthal (Homo Neanderthalensis)

Homem de Neanderthal (Homo Neanderthalensis)

Urso gigante da cara chata (Arctodus Simus)

Urso gigante da cara chata (Arctodus Simus)

Tigre da Tasmânia (Thylacinus Cynocephalus)

Tigre da Tasmânia (Thylacinus Cynocephalus)

Tatu gigante - Gliptodonte (Doedicurus Clavicaudatus)

Tatu gigante – Gliptodonte (Doedicurus Clavicaudatus)

Rinoceronte lanoso (Coelodonta Antiquitatis)

Rinoceronte lanoso (Coelodonta Antiquitatis)

Dodo (Raphus Cucullatos)

Dodo (Raphus Cucullatos)

Preguiça gigante (Megatherium Americanum)

Preguiça gigante (Megatherium Americanum)

Moa (Dinornis Robustus)

Moa (Dinornis Robustus)

Alce gigante irlandês (Megaloceros Giganteus)

Alce gigante irlandês (Megaloceros Giganteus)

Bônus:

Mamute lanoso

Mamute lanoso

RECEITA PARA RESSUSCITAR ESPÉCIES EXTINTAS

Você vai precisar de:

1 – DNA bem conservado.

2 – Diversos bilhões de blocos de construção de DNA.

3 – Uma barriga de aluguel parente da espécie extinta disponível.

4 – Tecnologia altamente avançada.

Como fazer:

1 – Extrair o DNA da espécie extinta, sequenciar os fragmentos e montar para obter um genoma completo.

Realidade: as sequências de genoma de animais extintos deverão estar repletas de erros fatais.

2 – Agora pegue os seus blocos de construção de DNA e recrie o DNA de seu animal extinto, com o número correto de cromossomos.

Realidade: ainda não é possível fazer longas moléculas de DNA partindo do zero, mas deveremos ser capazes em breve.

3 – Empacote os cromossomos dentro de um núcleo artificial e coloque no óvulo retirado da espécie que vai servir de barriga de aluguel. Isso fará com que o ovo se desenvolva em um embrião que será clone de um animal há muito tempo extinto.

Realidade: encontrar espécies compatíveis com as extintas, coletar seus óvulos, vai ser um problemão. Pior ainda, até hoje ninguém tentou clonar pássaros ou répteis.

4 – Faça com que o embrião se desenvolva. Para mamíferos, implante o embrião no útero da espécie compatível que servirá de barriga de aluguel. Para um réptil ou pássaro, encube o embrião usando técnicas que ainda serão desenvolvidas. Para um anfíbio ou peixe que necessitam de fertilização fora do corpo, simplesmente sente e observe.

Realidade: mães de aluguel podem não existir para muitas espécies extintas.

Acelerando o Processo:

Em vez de começar do zero sintetizando o genoma inteiro, você pode pegar o DNA de um animal parente próximo da espécie extinta e modificá-lo para ficar mais parecido com o da espécie extinta que você deseja.

Realidade: algumas espécies vivas, através de técnicas laboratoriais,  já se tornaram mais parecidas superficialmente com as extintas, mas com o conhecimento e a tecnologia de hoje, elas permanecem bem distante da coisa real.
(Fonte: Daily Mail)

Papagaio entra em depressão com a morte de seu dono.

É sempre triste quando o dono e seu animal de estimação são separados. Mas nem tanto que seja preciso o animal de estimação tomar anti-depressivos para superar o trauma.

Então eu lhes apresento o papagaio Fred, que caiu numa deprê tão grande com a morte de seu proprietário que foi necessário os veterinários receitarem anti-depressivos pro coitado.

Triste - papagaio Fred toma uma dose de anti-deprê para superar o trauma de ter perdido seu "pai"

Triste - papagaio Fred toma uma dose de anti-deprê para superar o trauma de ter perdido seu pai

 Depois que seu dono morreu (George Dance) o papagaio cinza africano entrou num parafuso tão grande que ficava o dia inteiro no poleiro balançando a cabeça pra cima e pra baixo, arrancando as penas de seu pescoço. Ele não conseguiu entender porquê seu “pai” tinha desaparecido. Então os veterinários receitaram um anti-depressivo chamado Clomicalm 2 vezes ao dia. O Clomicalm é a versão animal do Prozac, um anti-depressivo poderoso.

 

De volta ao poleiro - Fred está agora começando a lidar com sua perda

De volta ao poleiro - Fred está agora começando a lidar com sua perda

A história do papagaio Fred vai passar hoje (20/11/2008) no Chanell 4 da TV inglesa. Para ter mais alguns detalhes da história do Fred, clique aqui (em inglês).