Será que extraterrestres sequestraram a Voyager 2?

Voyager 2 - Será que ET's a encontraram?

Ela foi lançada a 33 anos atrás, agora estão comentando que ela pode ter sido sequestrada por ET’s, depois que ela começou a enviar mensagens de volta para a Terra que os cientistas da NASA não conseguem decodificar.

A NASA instalou um disco de 30 cm de diâmetro com música e saudações em 55 línguas para o caso de algum alienígena um dia a encontrar.

Mas agora a nave está enviando de volta o que parece ser uma resposta: Sinais em um formato de dados desconhecido!

As melhores mentes científicas nem de perto foram capazes de decifrar a estranha informação – será uma mensagem secreta?

O especialista em ET’s, Hartwig Hausdorf disse:”Parece quase como se fosse que alguém tivesse reprogramado ou sequestrado a sonda – embora talvez ainda não saibamos toda a verdade” Leia mais em Bild.

Engenheiros estão trabalhando para resolver a transmissão de dados da nave Voyager 2, que está próxima do limite do Sistema Solar, confirmou o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA dia 12.05.2010.

A espaçonave, no fim do mês de abril, começou a enviar dados científicos da distância de 14 bilhões de quilômetros para a Terra, em um formato modificado, que os gerentes da missão não conseguiram decodificar.

Desde então, engenheiros têm instruído a Voyager 2 para somente transmitir dados sobre suas condições e status enquanto eles trabalham no problema.

Lançada em 1977, a Voyager 2 e sua irmã gêmea Voyager 1, exploraram os planetas gigantes Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, e continuaram em frente. Quase 33 anos mais tarde, eles são os objetos mais distantes construídos pelo ser humano.

A Voyager 1 está a 17,4 bilhões de quilômetros da Terra e em cerca de 5 anos espera-se que ela ultrapasse a heliosfera, uma bolha que o sol criou ao redor do Sistema Solar, e entre no espaço interestelar.

A Voyager 2 seguirá atrás dela.

Fonte: Daily Telegraph

Vida em Marte?

O gás metano geralmente está ligado à presença de organismos. Ele pode ser produzido de duas maneiras: através de processos metabólicos em organismos vivos (o famoso pum!) e também através de água em contato com rochas carbonáceas quentes (bem menos provável). Os cientistas da NASA detectaram plumas de gás metano em Marte, aumentando as expectativas de haver vida no Planeta Vermelho, e deverá fazer um pronunciamento oficial de suas descobertas hoje à noite em uma conferência em Washington (15/01/2009).

As últimas descobertas da NASA têm sido divulgadas como as mais fortes evidências de vida no Planeta Vermelho.

As últimas descobertas da NASA têm sido divulgadas como as mais fortes evidências de vida no Planeta Vermelho.

O gás foi detectado por naves orbitando o planeta e também por gigantescos telescópios baseados aqui na Terra. No pronunciamento, também espera-se que a NASA confirme que encontrou fortes evidências de organismos vivos abaixo do solo marciano.

Espera-se que as últimas descobertas da NASA confirmem os estudos da sonda espacial européia Mars Express, que já havia detectado gás metano na atmosfera marciana em 2004.

O rover Opportunity, que está em Marte, tem como missão estudar as rochas e o solo marciano para encontrar provas de que Marte já teve água no passado.

O rover Opportunity, que está em Marte, tem como missão estudar as rochas e o solo marciano para encontrar provas de que Marte já teve água no passado.

Brad Bebout, microbiologista da NASA disse que se existir metano na atmosfera de Marte, algo deverá estar produzindo o gás hoje em dia, uma vez que o metano é destruído pela luz solar em 300 anos.
Acredita-se que o nível de atividade em Marte pode ser comparado à quantidade de metano liberado nas maiores regiões produtoras desse gás na Terra.
A NASA já havia confirmado a existência de água em Marte ano passado.

(Fonte: Daily Mail)

Segundo alguns sites que falam de conspirações, a NASA está liberando informações sobre vida marciana aos poucos, para não alarmarem a população. Já existe liberado na rede um vídeo que mostra o pouso de uma nave secreta russo-americana em que é filmado atividade biológica no solo marciano. O vídeo encontra-se aqui.

Voltando pra casa.

A NASA deve ter ficado aliviada quando o ônibus especial Endeavour aterrissou em segurança na Califórnia, depois que uma tempestade alterou seu pouso no Centro Espacial Kennedy, na Flórida
Só restou uma pergunta: como trazer a nave de volta, a qual pesa mais de 100 toneladas, há mais de 5.000 km de distância?

É de carona que eu vou!! Jumbão Boeing 747 com passageiro especial nas costas.

É de carona que eu vou!! Jumbão Boeing 747 com passageiro especial nas costas.

A resposta é espetá-la encima de um jato jumbo Boeing 747 especialmente modificado.
Os astronautas a bordo da Endeavour completaram com sucesso uma missão de 16 dias para ampliar a Estação Espacial Internacional para uma tripulação de 6 membros, mas tiveram problemas em sua volta para a Terra.
O comandante Chris Ferguson guiou a Endeavour para aterrissar de tarde na Base da Força Aérea de Edwards, na Califórnia, em 30/11/2008. A nave tinha completado uma jornada de mais de 10 milhões de quilômetros.
Assim que chegou à base, uma equipe de 250 funcionários tiveram que correr contra o relógio para preparar a nave para seu vôo de volta à base, na Flórida.

Olha só a tranqueira que é usada para preparar a nave no vôo de volta. E o cone no fiofó!!

Olha só a tranqueira que é usada para preparar a nave no vôo de volta. E o cone no fiofó!!

 A equipe de manutenção desligou a nave, deu uma geral nos tanques de combustível e sistemas de segurança, drenou o sistema de água e fechou os compartimentos de aterrissagem.
Depois colocaram um bitelo de um cone no traseiro da nave para ajudar no vôo de volta para casa.
A volta para casa foi feita em partes. A primeira parada foi na base naval de Fort Worth, no Texas, reabastecendo em El paso. A próxima viagem com destino ao Cabo Canaveral, na Flórida, depende das condições do tempo.

Tchauzinho Califórnia. Até breve. Flórida, ai vou eu!

Tchauzinho Califórnia. Até breve. Flórida, aí vou eu!

 O próximo ônibus espacial a ir ao espaço será o Discovery, que está programado para subir dia 12/02/2009, para instalar o quarto conjunto de painéis solares da Estação Espacial Internacional.
(Fonte: Daily Mail)

Sobrevõo sobre nave alien na Lua

Continuando o assunto sobre uma possível nave alienígena na Lua, consegui essa filmagem feita pelo módulo lunar 15, da missão Apollo 15, sobre a área onde teria caído a tal nave, antes de alunissar. O módulo lunar passa sobre as crateras Tsiolkoviski, Fermi, Delporte e Lukte antes de passar sobre a cratera Izsak Y.

Filmagem da suposta nave alien na Lua feita pelo Módulo Lunar 15

Filmagem da suposta nave alien na Lua feita pelo Módulo Lunar 15

A nave foi filmada com lentes telefoto de aproximação (por isso aqueles números aparecem), revelando mais detalhes. O controle da missão informa as coordenadas Sul-Leste das maiores partes da nave, aproximadamente 4km de comprimento! As distorções de cor são provocadas pela rotação da lente de aumento dentro da câmera de TV Westinghouse. Notem que essa filmagem foi feita pela missão Apollo 15, de julho/agosto de 1971.

A missão Apollo 20 (que a NASA jura nunca ter existido) é que, segundo o suposto astronauta Willian Rutledge, teria sido enviada secretamente à Lua para pesquisar o local onde estaria a nave alienígena.

 

E.B.E. Mona Lisa filmado em 16mm por Willin Rutledge da Apollo 20

E.B.E. Mona Lisa filmado em 16mm por Willin Rutledge da Apollo 20

O filme que o astronauta Rutledge teria feito mostrando uma EBE (Entidade Biológica Extraterrestre – nome formal para ET) que eles chamaram de Mona Lisa, pode ser visto aqui. Notem que Rutledge afirma que a nave alien estaria na Lua há, pelo menos, 1,5 bilhão de anos (!) e que possivelmente um dos EBE encontrados ainda estaria vivo (!) e teria sido trazido aqui para a Terra. Meio difícil de acreditar, não é mesmo?

Deixo com vocês a decisão de se é fake (que ao meu ver, deve ter custado muita grana) ou se é verdade e que a NASA, como sempre, nega e esconde isso do público.

Supernova de 1572 vista novamente!

Astrônomos ressuscitam supernova histórica usando um “espelho” interestelar

A mais famosa explosão estelar da história foi classificada pelos cientistas como uma supernova do tipo Ia mais de 400 anos após sua descoberta.

A mais famosa explosão estelar da história foi classificada pelos cientistas como uma supernova do tipo Ia mais de 400 anos após sua descoberta.

Astrônomos usaram ecos de luz de uma explosão de uma supernova como uma máquina do tempo para observarem novamente um evento estelar histórico visto na Terra há mais de 400 anos atrás. A brilhante “estrela nova” apareceu no céu em 1572 e era tão brilhante que podia ser vista de dia. Foi observada e cartografada pelo astrônomo Tycho Brahe que descobriu que ela estava bem distante da Lua. Isso modificou 2.000 anos de pensamento científico baseado na teoria de Aristóteles de que colocava a Terra no centro de esferas concêntricas, nas quais as estrelas estavam fixadas. Embora Tycho não soubesse, ele não estava vendo uma “estrela nova”, mas sim uma supernova – uma violenta explosão na qual estrelas de muita massa terminam suas vidas. Agora cientistas do Insitute Max Plank foram capazes de examinar o evento e classificar a supernova. Muito embora a luz original ou “fótons diretos” da explosão tenham passado pela Terra em 1572, telescópios no Havaí e na Espanha capturaram fracos ecos luminosos da explosão original que foram refletidos por uma nuvem de poeira galática.

A primeira luz da supernova (circulo externo) passou pela Terra em 1572, mas podemos detectar ecos refletidos dessa luz (circulo interno) ainda hoje.

A primeira luz da supernova (círculo externo) passou pela Terra em 1572, mas podemos detectar ecos refletidos dessa luz (círculo interno) ainda hoje.

“Imagine uma pedra caindo em uma bacia” – diz o portavoz do observatório espanhol de Calar Alto. “As ondas se formam uniformemente até que elas atinjam a borda, então novas ondas são geradas, as quais também viajam de volta. Agora nós estamos vendo as ondas que atingiram a borda”.

O objeto conhecido como SN (supernova) 1572 foi visto pela primeira vez em nossa galáxia em 1572 pelo grande astrônomo dinamarquês Tycho Brahe que cunhou o termo "nova" para nova estrela - sem saber que, na verdade, estava testemunhando um fim violento.

O objeto conhecido como SN (supernova) 1572 foi visto pela primeira vez em nossa galáxia em 1572 pelo grande astrônomo dinamarquês Tycho Brahe que cunhou o termo

 Tomonori Usuda, do telescópio Subaru no Havaí, completou: “Isso nos permite ver como uma supernova em nossa galáxia se comporta desde sua origem”. Arquivos históricos sugerem que a Supernova SN 1572 ou supernova de Tycho é do tipo Ia – A morte termonuclear de uma estrela anã branca e as novas evidências dos estudos apóiam isso. Supernovas do tipo Ia são a principal fonte de elementos pesados como hidrogênio e  hélio. Elementos críticos para a vida como carbono e oxigênio não existiriam na Terra sem essas explosões. ” As questões de como e por quê as anãs brancas explodem são inexplicadas e a equipe planeja usar seus novos dados para testar as teorias atuais. Num modelo, a anão branca ganha novo material de uma estrela companheira até atingir a massa crítica e explodir.

Uma outra teoria diz que o acúmulo de massa ocorre pela fusão de duas anãs brancas. “Uma oportunidade excitante agora seria usar outros (ecos luminosos) para contruir uma visão espectroscópica tridimensional da explosão” – diz o chefe da equipe Dr. Oliver Krause. Isto poderia lançar luz sobre a história da formação estelar bem como sobre a evolução química de nossas galáxias locais.

(Fonte: Daily Mail)

Ursinhos de pelúcia no espaço

 

Estudantes britânicos tiram fotos de ursinhos de pelúcia a 30 km acima da Terra amarrados a um balão meteorológico gigante.

Ursos de pelúcia no espaço vêem a curvatura da Terra a mais de 30km de altura.

Ursos de pelúcia no espaço vêem a curvatura da Terra a mais de 30km de altura.

Estas incríveis fotos mostram 4 ursinhos de pelúcia “ousadamente indo aonde nenhum outro urso já foi” – ao limite do espaço com a ajuda de um balão gigante cheio com gás hélio. Os ursinhos vestidos de astronautas foram enviados a 30km de altura para uma expedição de 2 horas.

Foram usadas folhas de aluminio e garrafas plásticas para proteger os ursinhos do frio do espaço.

Foram usadas folhas de alumínio e garrafas plásticas para proteger os ursinhos do frio do espaço.

Os ursinhos foram amarrados em um balão meteorológico de látex feito pelo clube de ciências de vôo espacial da Universidade de Cambridge. O aparelho que levou os ursinhos tinha diversas câmeras, um computador de vôo, GPS e um rádio. As câmeras capturaram imagens fantásticas dos ursinhos olhando para a Terra de uma altura de 30km. Durante o vôo de 2hs e 9min o rádio transmitiu a localização do aparelho para o equipe que monitorava em terra. A previsão do local de aterrisagem foi feita medindo-se a velocidade do vento e a equipe chegou a tempo de ver os ursinhos descendo lentamente de volta em um campo a cerca de 6km a nordeste de Ipswich, Inglaterra. Ele aterrisou a cerca de 75km do local de lançamento. Os ursinhos tiveram que suportar temperaturas de -53ºC, mas tiveram seus trajes espaciais feitos por crianças alunas das comunidades de Parkside e Coleridge. Isto permitiu (os trajes) que os ursinhos não congelassem em sua épica viagem.

os ursinhos foram lançados com a ajuda de alunos da escola Parkside.

Subindo: os ursinhos foram lançados com a ajuda de alunos da escola Parkside.

Mas a missão, liderada pelo estudante de aerodinâmica Henry Hallam, 21 anos, tinha propósitos mais sérios do que permitir aos ursinhos a viagem de suas vidas. O objetivo da esperiência era determinar quais os materiais provêem o melhor isolamento contra baixas temperaturas que ocorrem nos vôos de grandes altitudes. Hallam disse que pediu às crianças para fazer trajes espaciais para os ursinhos e as temperaturas internas e externas dos mesmos foram monitoradas. “O projeto era sobre aplicações científicas no mundo real. Penso que essa experiência ensinou muita coisa às crianças de como se fazer um experimento de verdade” – disse Hallam.

(Fonte: Daily Mail)

Cervejinha espacial

 

A primeira cerveja espacial do mundo feita da cevada cultivada na Estação Espacial Internacional, aterrisou no Japão.  

Cerveja feita de cevada cultivada na Estação Espacial Internacional

Cerveja feita de cevada cultivada na Estação Espacial Internacional

A colheita foi cultivada mais de cinco meses no orbitador em 2006 e foi uma colaboração de cortesia entre a Academia Russa de Ciência, uma universidade japonesa e a gigante da cerveja japonesa Sapporo.

Mas a bebida fermentada com 5,5% de álcool, garantida por ter um sabor ‘fora deste mundo’ não está a venda. Foram produzidos somente 100 litros da bebida. Contudo, alguns sortudos puderam saborear a cerveja espacial em um pré lançamento para a imprensa.

Olha a cevada ai, minha gente!

Olha a cevada aí, minha gente!

“Realmente não temos cerveja como essa, pois foi feita usando 100% de cevada. Nossa marca mais vendida, a Black Label, usa ingredientes adicionais como arroz. Já esta não usa outros ingredientes, por isso é realmente uma cerveja especial” disse Junichi Ichikawa da cervejaria Sapporo.

O cosmonauta Boris Morukov, que ficou 11 dias no espaço, diz que a cevada se uniu ao trigo, alface e ervilhas como produção da estação espacial.

Ele também disse que batatas poderiam estar envolvidas em futuros estudos.

“Acho que deveríamos cultivar batatas como alimento e não para produzir vodka” disse Morukov.

A venda de cervejas no Japão caíram e geralmente têm perdido espaço nos cardápios devido ao seu teor de álcool e gaseificação.

Com viagens espaciais mais prolongadas previstas, como para Marte, o menu espacial deverá mudar, com o Professor Manabu Sugimoto da Universidade Japonesa de Okayama aconselhando aos futuros astronautas a não excluírem o vinho de arroz espacial no futuro.

Ótimo conselho esse: astronautas bebuns!!!

(Fonte)